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Grupo de Rua faz a festa

Melba Porter

O Fluminense – 2º Caderno

Um ano de vida, sete participações em festivais de dança de Rio de Janeiro e sete primeiros lugares, com direito a título de meIhor grupo de dança em dois dos concursos e de grupo de maior pontuação em outro encontro de bailarinos. Com o Grupo de Rua de Niterói (GRN) é assim. Movimentos fortes, precisos, que levantam a platéia e excitam os mais experientes jurados de dança. E no final, o inevitável: mais um troféu para a já enorme coleção, tendo em vista o pouco tempo de existência desse grupo de dança de rua.

Dirigido por Bruno Beltrão e Rodrigo Bernardi, o GRN completa, mês que vem, um ano de vida. O presente já vem vindo desde as apresentações: o reconhecimento do público, que agora terá chance de comemorar junto com os rapazes, na festa de aniversário, que acontece no próximo dia 5 de julho, na Boate Scaffo. Como num ciclo, a comemoração de um ano do GRN será onde Bruno e Rodrigo ensaiaram os primeiros passos, há mais ou menos quatro anos. "A gente frequentava a Scaffo : gostava de dançar.

Foi aí que os resolvemos fazer cursos de Hip hop e, em pouco tempo, estávamos dando aula em academias de Niterói", resume Bruno, de 17 anos, que ao lado do amigo Rodrigo, de 18, comanda as aula: de dança de rua na Academia Rose Mansur e dirige os 23 integrantes do GRN. Formado a partir de três ações, realizadas entre julho dezembro do ano passado, o Grupo de Rua de Niterói participou dos principais festivais d dança do Río, conquistando o primeiro lugar em todos eles. "Treinamos de seis a oito horas por semana, fora sábado e domingo e fora as aulas que todos fazemos.

Com o apoio da Academia Rose Mansur, temos bolsa de estudo em todas as modalidades, seja jazz, balé, ginástica, entre outras" , conta Bruno. "Fora isso, procuramos ter disciplina, força de vontade e muita muita criatividade", revela Rodrigo, o segredo do sucesso. Paralelamente aos concursos de dança, o GRN se apresentou como convidado de diversos eventos, como na abertura da Paraolimpíada, realizada ano passado, no Ginásio Célio de Barros.

Ensinar dança de rua a meninos carentes, participar de festivais fora do Estado do Rio, formar um grupo infantil, montar uma Associação de Grupos de Dança de Rua e um espetáculo com todas as coreografias premiadas, em encontros de dança. Objetivos, ou melhor, projetos do GRN são muitos, mas falta apoio para que alguns deles saiam do papel. O primeiro passo já está dado. Em parceria com a Prefeitura de Niterói, a partir desse mês, Bruno e Rodrigo vão ensinar movimentos de break, vogue e street a meninos de rua. "Na verdade, existe um grupo de dança de rua de Santos, que já fez esse trabalho.

Tivemos a idéia de realizá-lo aqui, depois que vimos a importância dessa atividade. Com à ajuda da nossa produtora Marilda Ormy, levamos o projeto para a Neltur e eles resolveram nos apoiar" diz Bruno, que junto com Rodrigo esta preparando uma nova coreografia chamada O Terror Cietífico. Treinando exaustivamente, no espaço cedido pela Academia Rose Mansur, os integrantes do GRN se preparam para dois importantes eventos. Convidados pela Liga Mundial de Vôlei, eles vão se apresentar em julho, no tarro no Festival de Dança do Mercosul, que vai acontecer em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul.

"E também já fomos convidados para outra apresentação no Planeta Xuxa. Isso deve ser agora, em junho", lembra Bruno, adiantando que já estão abertas as inscrições pará o grupo de rua infantil. O limite de idade é de 7 a 14 anos e para ser aprovada, a criança vai passar por avaliações de aulas. "Também estamos pensando em montar, junto com Hugo Alexandre, diretor e coreógrafo do Movimento Street e Cia, uma associação de grupos de dança de rua do Estado.

Através dela, poderemos cadastrar movimentos, organizar a nomenclatura de passos, ter um controle maior da quantidade de grupos e o que eles realizam, afirma Bruno. O Grupo de Rua de Niterói chega ao primeiro aniversário somando sete primeiros lugares em festivais de dança, com direito a título de melhor da categoria em dois concursos

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