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Hip Hop brasileiro num palco de teatro em Flanders

O brasileiro Bruno Beltrão se atreve a polinização cruzada

De Morgen

O brasileiro Bruno Beltrão já não é um desconhecido na Flandres. O coreógrafo e filósofo é um dos poucos artistas que sabe transformar a energia e o significado social do hip-hop num palco de teatro clássico, sem abusos e sem tornar a arte ridícula.

Seu Grupo de Rua é composto por meninos de rua do Rio de Janeiro, todos testados e aprovados na cultura corporal explosiva e viril do hip-hop. No entanto, seu conjunto é mais do que uma companhia de dança. É também um projeto social. Ele quer que seus jovens dançarinos se emancipem, oferecendo-lhes treinamento teórico.

Em 2003, ele subiu ao palco do Klapstuk antes de ser escolhido pelo Kunstenfestivaldesarts. Em 2005, ele criou H2, no qual explora a relação entre espaço e dança. Se na dança clássica essa relação pode ser chamada de alfa e ômega, no hip-hop ela não é considerada simplesmente porque o hip-hop nasceu na rua, não no teatro. Com 12 artistas no palco, Beltrão provou como essa pesquisa poderia mudar fundamentalmente a qualidade da dança.

Em H3, Beltrão explora essa pesquisa com nove dançarinos, partindo de uma noção básica simples do hip-hop: muitos movimentos nesse estilo de dança que surgem no chão. Beltrão desconstroi esses códigos para chegar a uma nova obra.

H3, 12-17.5, La Raffinerie, Manchesterstraat 21, B-1080 St-Jans-Molenbeek.

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