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Niterói em ritmo de hip-hop
Hip-hop, a movimento que agita as ruas e guetos de Nova York, balança Niterói.
As pistas de dança da cidade dão o primeiro sinal que o hip hop chegou para ficar. Menininhas e menininhos se vestem e requebram mostrando a todos uma ginga de quem está apenas aprendendo alguns passos. Nada que se compare aos negros norte americanos. que dançam desde pequenos.
Mas os Niteróienses não deixam muito a desejar.
A cada dia, os dublés de dançarinos aperfeiçoam mais e criam novos passos e pulos.
As academias da cidade já in vestem na nova modalidade.
A Helfanv Pecanha e Ativa foram as primeiras a incluir hip-hop em suas atividades.
Há dois anos, a Ativa trouxe, ara dar workshops, o professor israelense Yoram Szabo, que estudou dança, canto e teatro em Nova York e na Filadélfia, e é um dos mais requisitados para videoclips e comerciais.
— Neste ano. as aulas estão começando a lotar agora.
Acho que as pessoas estão descobrindo o hip-hop. Afinal. a influência americana é forte no Brasil - afirma Marcus Vinicius, dono da Ativa.
Apesar de ser muitas vezes tratado como uma dança, o hip-hop é um movimento que envolve grafismo, roupas, rap entre outras coisas Hip hop é o nome que sintetiza as atividades dos breakers (dançarinos de uma música sincopada e menos cantada do que falada) dos rappers (cantores que usam um linguajar rapido, rimado e cheio de gírias), dos DJs (disc-jockeys que lançam as últimas novidades) e dos grafiteiros. Isso sem falar na vestimenta, que é simples, porém cheia de estilo. As peças fundamentais são tênis e agasaIho esportivo (para proteger braços e costas de piruetas), além de um boné com a aba virada para trás.


