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Prodígio do break

Marina Monzillo

Diretor da companhia de street dance Grupo de Rua de Niterói, ele caiu nas graças do coreógrafo francês Jerôme Bel e agora faz turnê pela Europa

Aos 13 anos, Bruno Beltrão ia para as matinês nas boates de Niterói, mas passava longe das pistas. "Odiava dançar. Achava chato", lembra. Hoje, aos 23 anos, ele comanda o Grupo de Rua de Niterói (GRN), companhia de street dance que caiu nas graças do bada-
lado coreógrafo francês Jerôme Bel, está correndo festivais na Europa e foi aplaudida no último Festival de Dança de Joinville. A mudança ocorreu quando, fa de Michael Jackson, Vanilla Ice e MC Hammer, Bruno foi aprender hip hop com um americano que apareceu na cidade.

Depois de um ano, já dominando o break dance, ele e um amigo resolveram dar aulas. "Foi irresponsável. Eramos dois meninos franzinos de 14 anos ensinando algo que ninguém sabia direito o que era", diz. Logo depois, montou o GRN e começaram a participar de competições e programas de tevê. Em 2000, ao entrar para a faculdade de Dança, ele quis ousar e experimentar mais: parou de dançar e passou a só coreografar. Surgiram danças como o solo
"Eu e Meu Coreógrafo no 63", criado em cima da gravação de uma fala do bailarino Eduardo Hermanson, feita na madrugada, em um quarto de hotel.

Durante o espetáculo, em vez de música, o público escuta, por fones de ouvido, as divagações desconexas. "O pessoal da dança de rua acha o ó do borogodó." O coreógrafo foi eleito a mais importante revelação da dança de 2002 pelo jornal O Globo. Participando do Festival Panorama da Dança, no Rio, Bruno conheceu Jerôme Bel e começou a ter contatos no exterior. O grupo foi parar na França, Portugal e Holanda e está com via i gens agendadas para Alemanha, Bélgica e Japão.

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