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Das ruas do brasil

Holly Cavrell

Dance Magazine

Grupo de Rua de Niterói aterrissa nos EUA.

A poderosa companhia de dança de Bruno Beltrão, o Grupo de Rua de Niterói (GRN), injeta uma nova energia urbana no Brasil e além. Como um grafite belo, mas selvagem, o estilo especial de hip hop de Beltrão é físico e agressivo, com traços de capoeira e movimento lírico. Embora o GRN tenha se apresentado em mais de duas dúzias de países, a companhia chega aos EUA neste mês pela primeira vez.

Esta não é a sua coreografia típica de hip hop. Beltrão borra as fronteiras usando escolhas musicais surpreendentes, desde ritmos eletrônicos pulsantes até o silêncio. Beltrão, que cursou aulas de dança e filosofia na Universidade do Rio de Janeiro, usa a improvisação para criar suas obras. Nos ensaios, uma câmera está sempre ligada, capturando movimentos improvisados que podem ser transformados em coreografia.

"Bruno está sempre buscando algo novo em cima das coisas que já são novas", diz o dançarino do GRN Kleberson dos Santos Gonçalves. "Isso é muito exigente para nós, e especialmente para Bruno, que tem que montar esse quebra-cabeça com as peças que fornecemos. Estamos sempre buscando uma maneira de ocupar o espaço de forma diferente." E eles escolheram diferentes tipos de espaços para ocupar, incluindo espaços ao ar livre, bem como teatros tradicionais, em *campi* universitários e em centros urbanos.

O papel de Beltrão como uma das vozes mais proeminentes do hip hop no Brasil começou em sua Niterói natal, uma cidade perto do Rio de Janeiro, onde ele foi primeiro ginasta e jogador de futebol. Aos 13 anos, ele se interessou por dança através dos clubes da cidade e dos videoclipes de MC Hammer, Michael Jackson e Salt-N-Pepa. "Não havia pretensões políticas", diz Beltrão. "Foi o puro amor pelo vocabulário do hip hop que me atraiu para a dança." Com seu amigo Rodrigo Bernardi, Beltrão montava passos para apresentar aos sábados nos clubes. Aos 14 anos, após estudar hip hop, Beltrão começou a ensiná-lo.

Com a ajuda de outra professora, Rose Mansur, Beltrão iniciou sua companhia aos 16 anos. Devido à sua afinidade com jovens, Beltrão está muito envolvido em projetos de alcance comunitário. Beltrão ministra *master classes* e realiza apresentações de estudantes.

No trabalho mais recente de Beltrão, ***H3***, nove dançarinos atléticos correm para trás em velocidade máxima. O trabalho rápido de pés e os truques de B-boy são pontuados por pausas abruptas. Os dançarinos se enfrentam um-a-um, se apresentando uns para os outros — o público simplesmente testemunha o movimento no palco.

O GRN traz este trabalho para o Dartmouth College em New Hampshire de 7 a 8 de janeiro, depois viaja para o Wexner Center em Ohio, vários locais no sul da Califórnia (incluindo várias datas em L.A. apresentadas pelo REDCAT), e On the Boards em Seattle ainda neste mês. A turnê continua em fevereiro com paradas no Texas, Tennessee, Vermont, Oregon (apresentado por White Bird) e o Walker Art Center em Minnesota. Antes de retornar ao Brasil, o GRN se apresenta no DTW de Nova York de 20 a 23 de fevereiro.

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